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Atualizado: 1 hora 36 minutos atrás

Professores do Centro de Educação e do CCJE participam de encontros formativos

qui, 18/04/2019 - 17:48

Os professores do Centro de Educação (CE) participam nesta segunda-feira, 22, do Encontro Formativo realizado pela Pró-Reitora de Graduação (Prograd). O encontro ocorrerá das 9 horas às 17 horas, no auditório do IC-IV, no campus de Goiabeiras.

Já na terça-feira, 23, será a vez dos professores do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) participarem do evento, que será realizado no Auditório Manoel Vereza de Oliveira, também no campus de Goiabeiras.

Os encontros formativos são voltados para a educação continuada de professores efetivos e substitutos dos cursos de graduação da Ufes. O primeiro de 2019 ocorreu no dia 20 de março, no campus de Alegre. No dia 26 houve o encontro no campus de São Mateus. Já no dia 28 teve início o ciclo de encontros no campus de Goiabeiras, com os docentes do Centro de Ciências Exatas (CCE).

Em maio, serão contemplados os docentes dos centros de Educação Física e Desportos (CEFD), Tecnológico (CT) e de Ciências da Saúde (CCS). Já em junho, será a vez dos centros de Artes (CAr) e de Ciências Humanas e Naturais (CCHN).

Os interessados podem se inscrever pela internet, na página da Prograd (www.prograd.ufes.br), conforme a localidade de sua lotação. A diretora do DDP, Kalline Aroeira, afirma que essa iniciativa visa fortalecer os processos de desenvolvimento profissional de professores da universidade.

Temas

Os temas abordados neste semestre abrangem discussões sobre a docência no ensino superior, promovendo reflexões didático-pedagógicas e estimulando a construção de práticas de ensino inovadoras. Organizado em parceria com o Núcleo de Apoio ao Docente (NAD) e com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), os encontros também abrangerão assuntos específicos, voltados às necessidades de cada centro de ensino.

Nos dias 22 e 23, os temas abordados serão “Docência no Ensino Superior: dilemas e perspectivas” e “Questões étnico-raciais no Ensino Superior”.

Mais informações sobre a programação de cada encontro formativo podem ser obtidas na página da Prograd, pelo e-mail ddp.prograd [at] institucional.ufes.br e pelos telefones 4009-2414 e 4009-7831.

 

Texto: Thereza Marinho

 

Categoria: EventoManchete

Comissão entrega ao reitor projeto dos novos Estatuto e Regimento Geral da Ufes

qui, 18/04/2019 - 16:54

O reitor Reinaldo Centoducatte recebeu nesta quinta-feira, 18, o projeto dos novos Estatuto e Regimento Geral da Ufes. A entrega aconteceu na sala de reuniões da Reitoria e contou com a presença dos representantes da comissão criada para realizar a revisão dos documentos e da vice-reitora Ethel Maciel, presidente da comissão.

Ao receber as propostas, o reitor agradeceu pelo trabalho desenvolvido e destacou a importância dos novos documentos para a Instituição.  “O novo estatuto e o novo regimento vão contribuir de forma objetiva para que a Universidade faça as adequações necessárias nas áreas administrativas e acadêmicas, além de preparar a Instituição para o futuro”, enfatizou o reitor.

A vice-reitora explicou que a Comissão se reuniu várias vezes e estudou vários estatutos e regimentos de outras universidades, além dos já existentes na Ufes. Ela destacou que, depois de concluída a primeira etapa dos trabalhos, eles foram encaminhados aos diretores de centro para que, junto aos conselhos departamentais, avaliasse e apresentarem sugestões, críticas e recomendações.

A comunidade universitária e a sociedade em geral, também participaram da elaboração dos novos documentos com sugestões enviadas por meio de um endereço eletrônico. “A Ufes cresceu muito e, em alguns aspectos, o estatuto e o regimento não atendiam mais à demanda atual da Instituição”, afirmou a professora Ethel.

A comissão que revisou o Estatuto e o Regimento Geral da Ufes adequando-os à nova realidade da Universidade foi criada em 2014. A equipe é composta por 13 membros, com representantes de estudantes, servidores técnico-administrativos e servidores docentes.

Documentos

O Estatuto da Ufes é um documento que reúne um conjunto de normas jurídicas que regulamentam o funcionamento da instituição, com definições sobre suas finalidades, objetivos, funções e princípios. O estatuto regente foi criado em 2002 e, desde então, já havia sofrido algumas alterações pontuais.

Já o Regimento Geral, elaborado em 1985, é o documento disciplinar das atividades nos planos acadêmico e administrativo, encerrando todos os aspectos comuns da vida universitária.

O projeto dos novos Estatuto e Regimento Geral da Ufes será encaminhado aos conselhos Universitário (CUn) e de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) para aprovação.

Texto e foto: Jorge Medina
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: Manchete

Arquitetura gótica e corpo humano são temas de exposições na Biblioteca Central

qui, 18/04/2019 - 16:29

Duas exposições, com temáticas distintas, estão em exibição na Biblioteca Central, no campus de Goiabeiras da Ufes.

No andar térreo, o público pode conferir o corpo humano e suas diferentes faces em desenhos de tamanhos variados. Trata-se da exposição (RE) Figuras: Recomposição do corpo humano, do artista Guilherme Camacho, que será exibida até o dia 3 de maio.

Já no primeiro andar, a mostra fotográfica Os detalhes arquitetônicos do Gótico, a maestria do medieval (foto) traz imagens da arquitetura gótica de países europeus. As fotos são de autoria da arquiteta, urbanista e mestra em História da Arte Tainah Moreira Neves e ficam expostas até o dia 17 de maio.

As exposições ficam abertas ao público de segunda a sexta-feira, das 7 às 21 horas, e aos sábados, de 7 às 13 horas. A entrada é gratuita.

Arquitetura gótica

Segundo Tainah Neves, que estudou a arquitetura gótica da França e da Inglaterra, a exposição tem como objetivo aproximar o público desta forma de arte. “É uma grande oportunidade para despertar o interesse das pessoas pela arquitetura medieval e contribuir para romper preconceitos em relação a esse período tão rico da história”, explica a autora.

Tainah diz que seu interesse pela arquitetura medieval começou em 2005, após visitar a Catedral Gótica de Petrópolis, no interior do Rio de Janeiro: “Lá, observei a beleza da luz colorida pelos vitrais que iluminavam o interior da igreja”. Dois anos mais tarde, ela ingressou no curso de Arquitetura e Urbanismo da Ufes, onde pesquisou melhor o tema. Seus estudos culminaram no trabalho de conclusão de curso intitulado “A Catedral Gótica: Gênese, Significações e as três Catedrais Clássicas: Chartres, Reims e Amiens”.

Em 2012, a autora visitou algumas das catedrais mais importantes do estilo gótico francês, como as de Paris, Saint-Denis, Reims e Amiens. “Foi nessa viagem que dei início ao projeto de fotografar detalhes da arquitetura gótica. Minha intenção era retratar a virtuosidade e a maestria dos construtores medievais”, conta.

Em 2017, iniciou o curso de mestrado em História da Arte na Birkbeck College da University of London, na Inglaterra, período em que pesquisou sobre a variação do gótico inglês e expandiu seu projeto fotográfico para as igrejas inglesas.

Corpo humano

A exposição de Guilherme Camacho tem a proposta de intercalar desenhos da figura humana com motivos geométricos, apresentando diferentes estéticas de linha, forma, representação, cores e materiais com o objetivo de “refigurar” os corpos para revelar as múltiplas faces que eles possuem.

Desta forma, os seis desenhos que compõem a mostra são organizados no formato de um cone, que se apresenta desalinhado, dando um caráter de expansão.

Segundo o artista, “a sexualidade, os múltiplos eus, as fragmentações, o êxtase, a espiritualidade, os mistérios, as inquietações e as desfigurações estão aqui refigurados pela cacofonia de cores, linhas, manchas ou pelos espaços em branco do papel”.

 

Texto: Adriana Damasceno
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: Manchete

Últimos dias para inscrição no processo seletivo do curso de Música. Fique atento!

qua, 17/04/2019 - 19:03

Vai até o dia 25 de abril o período de inscrições para processo seletivo do curso de Música (licenciatura e bacharelado), com 30 vagas para cada habilitação. Para saber mais sobre as etapas do processo seletivo e as diferenças entre as duas habilitações, a equipe da TV Ufes entrevistou o coordenador do curso de licenciatura em Música, Alexandre Freitas. 

Clique aqui para assistir.

Podem concorrer aqueles que tenham realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2018 e tenham concluído esse nível de ensino. As inscrições devem ser feitas na página do processo seletivo , onde também está publicado o edital com todas as informações sobre a seleção. 

Categoria: Manchete

Biblioteca Central recebe novos móveis e equipamentos

qua, 17/04/2019 - 18:47

Cadeiras estofadas e ergonômicas, mesas com caixa elétrica para a conexão de equipamentos eletrônicos, armários guarda-volumes com acesso por meio de biometria, novos equipamentos de informática e liberação de mais uma área com 400 metros quadrados para estudos. A Biblioteca Central, localizada no campus de Goiabeiras, está de cara nova e, segundo o diretor Fábio Medina, outras melhorias estão por vir.

Esta e outras matérias são destaque na edição 541 do jornal Informa que circula nos campi da Ufes. Clique aqui e acesse o jornal na íntegra.

A readequação do espaço teve início no segundo semestre de 2018 e, até o momento, demandou um investimento da ordem de R$ 2,7 milhões. Outros espaços estão sendo construídos, como a sala com recursos de tecnologia assistiva para atender pessoas com deficiência, uma sala multiuso equipada para a realização de projeções e videoconferência, e um miniauditório, além do já existente, com capacidade para 50 pessoas.

“Toda essa readequação foi pensada para promover o bem-estar do usuário enquanto ele usa o espaço da Biblioteca para estudos ou pesquisas, individuais ou em grupo”, afirma Medina.

O diretor destaca que, paralelo a isso, foi colocado em prática um plano de aquisição de materiais, possibilitando uma análise ainda mais criteriosa do acervo bibliográfico, a fim de atualizá-lo e ampliá-lo sempre que necessário. 

Preservação

Fábio Medina aponta que a Biblioteca precisa contar com a colaboração dos frequentadores para a preservação do acervo bibliográfico, dos espaços de estudo, bem como dos novos mobiliários e equipamentos: “É importante que esse patrimônio, que é um bem público, seja preservado para que todos possam se beneficiar”. O setor iniciará uma campanha de conscientização dos usuários, visando à conservação dos bens do local.

A Biblioteca Central Fernando de Castro Moraes coordena os procedimentos técnicos de todas as unidades do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB) da Ufes, composto por outras nove bibliotecas setoriais. Atualmente, o SIB/Ufes conta com um acervo formado por 351 mil exemplares e 151 mil títulos. Disponibiliza 13 mil títulos de dissertações e teses com 18 mil exemplares, 2.200 títulos com 3.100 exemplares de multimeios, e 138 mil fascículos de periódicos.

 

Texto: Thereza Marinho
Foto: Adriana Damasceno

Categoria: Manchete

Documentário sobre o humorista Mussum é a estreia do Cine Metrópolis no feriado. Confira!

qua, 17/04/2019 - 18:38

Entre os dias 18 e 24 de abril, o Cine Metrópolis, no campus de Goiabeiras da Ufes, apresenta a estreia do documentário Mussum: o filme do Cacilds (foto), contando a trajetória do músico e comediante Mussum. Os filmes Chuva é cantoria na aldeia dos mortos; Los Silencios; e Sobre Rodas continuam em exibição. O cinema ainda vai apresentar o Cineclube Aldeia, com entrada gratuita.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema por R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) e estudantes da Ufes têm entrada gratuita.

Confira a programação completa.

 

Mussum: o filme do Cacilds (livre)

Com direção de Susanna Lira, narração de Lázaro Ramos e trilha sonora de Pretinho da Serrinha, este documentário de 75 minutos conta a trajetória do músico e comediante Antônio Carlos Bernardes, que deu início à sua carreira ao fundar o grupo Os Originais do Samba, em meados de 1960, no qual atuou como vocalista.

Em 1973, juntou-se a Os Trapalhões, formando o quarteto que revolucionou a forma de fazer humor na TV brasileira. O filme, porém, apresenta o outro lado do artista, como sua responsabilidade com as finanças e a rigidez na educação dos cinco filhos.

Mussum morreu em 1994, aos 53 anos, vítima de complicações ocorridas após um transplante de coração.

Sessões: quinta-feira, 18, às 18h30; sexta-feira,19, às 16h30; sábado, 20, às 17h40; domingo, 21, às 16h30; segunda-feira, 22, às 16h50; terça-feira, 23, às 18h40; quarta-feira, 24, às 16h30.

 

Chuva é cantoria na aldeia dos mortos (livre)

Esta coprodução luso-brasileira é um ensaio sobre a virtude, as tradições e os rituais dos povos indígenas brasileiros da etnia Krahô. A cineasta brasileira Renée Nader Messora e o diretor português João Salaviza gravaram o filme durante nove meses, depois de terem passado uma longa temporada na aldeia Pedra Branca, terra indígena Krahô no Tocantins, onde vivem 3.500 pessoas.

Na obra, os índios interpretam eles mesmos, falando em seu próprio idioma. Rodado em película 16 milímetros, o longa acompanha Ihjãc, um jovem Krahô que, após um encontro com o espírito do seu pai, se vê obrigado a realizar sua festa de fim de luto.

Ihjãc rejeita este dever e, numa tentativa de escapar de se transformar em xamã, foge para a cidade. Longe do seu povo e de sua cultura, ele vai enfrentar a realidade de ser índio no Brasil atual.

O filme foi premiado no Festival de Cannes, com o Prêmio Especial do Júri da Mostra Un Certain Regard.

Sessões: quinta-feira, 18, às 20h; sexta-feira, 19, às 18h; domingo, 21, às 18h; segunda-feira, 22, às 20h; terça-feira, 23, às 20h.

 

Sobre Rodas (livre)

Essa obra nacional do diretor Mauro D’Addio aborda a realidade enfrentada por Lucas, um garoto de 13 anos que, após um acidente, fica paraplégico e começa a se adaptar a essa nova vida com o uso da cadeira de rodas. Após um ano afastado por licença médica, Lucas chega a uma nova escola e conhece Laís, uma colega de classe que também enfrenta um drama: não conhece o pai, cuja única lembrança é uma antiga foto rasgada.

Quando Laís decide encontrar o paradeiro do pai, ela chama o amigo para acompanhá-la e Lucas, que acabara de ganhar um aparelho elétrico (que permite que a cadeira de rodas vire um triciclo motorizado), aceita. Os dois amigos partem, então, em uma grande aventura que envolve sustos, descobertas e companheirismo.

Sobre Rodas foi o vencedor na categoria infantil no Festival de Toronto em 2017, tendo sido também premiado no Festival Internacional de Filme Infantil, em Chicago, e na Mostra Geração, no Festival do Rio.

Sessões: quinta-feira,18, às 15h.

 

Los Silencios (12 anos)

Drama nacional dirigido por Beatriz Seigner, o filme foi gravado na fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia, e no rio Amazonas. Trata da história de Amparo, que, fugindo de um conflito armado com seus dois filhos Nuria e Fábio, chega a uma pequena ilha no meio da Amazônia.

O pai e uma filha do casal desapareceram em um acidente e não se sabe se estão mortos, se fugiram ou se foram raptados. Tempos depois, o pai reaparece na nova casa e a família passa a ser assombrada por esse estranho segredo.

Los Silêncios mistura misticismo, espiritualidade e crítica político-social aos acontecimentos recentes na América Latina.

Sessões: quinta-feira, 18, às 16h50; sábado, 20, às 16h; segunda-feira, 22, às 18h20; terça-feira, 23, às 17h.

 

Cineclube Aldeia – Ex-Pajé

O filme Ex-Pajé, do diretor Luiz Bolognesi, será exibido durante o Cineclube Aldeia, evento gratuito que conta com debates acerca da obra ao final da sessão.

O longa traz a história de um pajé que passa a questionar sua fé depois de seu primeiro contato com os brancos, que alegam que sua religião é demoníaca. A missão evangelizadora comandada por um pastor intolerante é questionada quando a morte passa a rondar a aldeia e a sensibilidade do índio em relação aos espíritos da floresta se mostra indispensável.

Projeto de pesquisa e extensão em imagens indígenas do Departamento de Ciências Sociais da Ufes, o Cineclube Aldeia foi criado em 2017 com o objetivo de promover o debate sobre a questão indígena contemporânea na América Latina.

O projeto é coordenado pelos professores Nicole Soares e Celeste Ciccarone, de Ciências Sociais, e por Fábio Camarneiro, de Comunicação Social, além de contar com a participação do antropólogo João Viana.

Sessão: quarta-feira, 24, às 18h.

 

Texto: Adriana Damasceno
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: Manchete

Unapi realiza VII Encontro do Grupo de Dança Sênior nesta quarta, 17

ter, 16/04/2019 - 18:29

A Universidade Aberta à Pessoa Idosa (Unapi) realiza nesta quarta-feira, 17, o VII Encontro do Grupo de Dança Sênior, em comemoração aos seus 17 anos de atividades. O encontro vai ocorrer no auditório do Centro de Ciências Exatas, a partir das 14 horas.

Durante a tarde, haverá a apresentação de 12 grupos, formados a partir de ex-membros da Unapi. “O objetivo do encontro é congregar as pessoas que já passaram pela Unapi, se formaram e deram origem a outros grupos”, afirma a coordenadora do projeto, professora Inês Sonegheti.

O Grupo de Dança Sênior faz parte das atividades da Universidade Aberta à Pessoa Idosa (Unapi), projeto de extensão da Ufes que recentemente recebeu destaque no portal do Ministério da Educação (MEC), por ser um dos projetos desenvolvidos em universidades públicas brasileiras voltados para pessoas idosas.

O grupo é aberto à comunidade e, atualmente, possui cerca de 52 alunos regulares. Os encontros acontecem às segundas e quartas-feiras, das 8 às10 horas, no Centro de Educação Física e Desportos, e às quintas-feiras, das 13 às 14 horas, no Departamento de Serviço Social, localizado no Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE), ambos no campus de Goiabeiras.

Texto: Danielle Gonçalves (estagiária de Comunicação)
Edição: Thereza Marinho

Categoria: EventoManchete

SBPC e Andifes propõem que se ofereçam informações corretas ao presidente

ter, 16/04/2019 - 16:26

Em palavras distintas, o presidente da Associação Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e reitor da Ufes, Reinaldo Centoducatte (foto), e o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira, expressaram no fim de semana basicamente a mesma avaliação e idênticas preocupações ante a recente declaração do presidente da República (em entrevista à rádio Jovem Pan, no dia 8 de abril) sobre inexistência de pesquisa científica nas universidades públicas brasileiras. “A afirmação do presidente da República está evidentemente incorreta”, disse Ildeu, que é professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela “decorre de absoluta falta de informação”, considerou Centoducatte.

Para o presidente da Andifes, “basta uma pesquisa sobre os indicadores formulados pelo próprio governo, através de órgãos como ministérios e agências de fomento, para se verificar a elevada produtividade científica e tecnológica nas universidades públicas”. Em paralelo, o presidente da SBPC pondera que, “se consultamos os estudos nacionais ou internacionais sobre as publicações científicas feitas por instituições brasileiras, como demonstrado claramente em documentos citados em matéria anterior do Ciência na Rua, verifica-se a predominância grande das publicações provenientes de universidades públicas, de mais de 90%”.

Centoducatte observou que “o país produz mais da metade de CT&I no conjunto dos países da América Latina” (clique aqui e veja a tabela publicada) e ocupa a primeira posição na produção científica dos países ibero-americanos. “A produção brasileira não alcança 3% da produção científica global, mas isso ainda é significativo, considerando o baixo investimento do Brasil em relação à média mundial”.

Ildeu ressaltou que “as universidades privadas têm uma contribuição muito menor que as públicas, embora importante em vários casos, e bastante concentrada em universidades confessionais, como as PUCs do Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, que contam também com substantivo apoio de recursos públicos para as pesquisas que realizam”. A posição de maior destaque entre as universidades privadas, destacou, “é a da PUC-PR, em 37o lugar. É importante frisar que existem também instituições públicas de pesquisa, que não são universidades, como a Fiocruz, Embrapa, Butantã, ITA, institutos do MCTIC etc, que superam os níveis de publicação da imensa maioria das universidades privadas”.

A reação necessária

No quesito das preocupações com a afirmação do presidente da República, o presidente da Andifes disse que “enquanto outros países emergentes, sem considerar os desenvolvidos, investem cada vez mais em CT&I, o Brasil caminha na contramão”. Evidência nesse sentido, segundo ele, é o corte de aproximadamente R$ 300 milhões do orçamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), principal órgão federal de fomento à ciência, que possibilitaria a oferta de cerca de 80 mil bolsas para o desenvolvimento de mais de 10 mil projetos de pesquisa. “O MCTIC, por sua vez, terá cerca de 40% do orçamento deste ano contingenciado”.

Já o presidente da SBPC disse ao Ciência na rua que a avaliação do primeiro mandatário da nação sobre a pesquisa feita no Brasil, ao refletir a convicção, não fundamentada nos fatos, de sua concentração em instituições universitárias privadas, é muito preocupante porque “poderia trazer implicações graves para a definição das políticas públicas para C&T”. Em particular, os recursos das agências de fomento como CNPq e Capes, “são uma fonte importante para o funcionamento dos grupos de pesquisa em todas as instituições, públicas ou privadas, ainda mais em uma situação crítica em que os recursos para investimento em CT&I do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, que já estavam em nível muito baixo, foram contingenciados recentemente em cerca de 42%”.

Para Centoducatte, uma política nacional de CT&I com adequado suporte orçamentário “é uma questão nacional de soberania e de desenvolvimento do país, e deve ser desenvolvida com planejamento para um futuro sem dependência tecnológica”.

Já Ildeu lembrou que a publicação científica crescente do país, “que nos levou ao 13º lugar no mundo, decorreu de um esforço grande e continuado da comunidade científica brasileira, escorada no apoio das agências governamentais e essencialmente localizada em instituições públicas”.

“Claro que ainda há um longo trajeto a ser percorrido, como a melhoria da qualidade e do impacto das pesquisas produzidas, e sua repercussão no setor produtivo e na gestão pública, possibilitando a geração de inovações tecnológicas e sociais. Este é um desafio essencial, no qual o Brasil está muito atrasado, e que deve ser enfrentado com políticas públicas adequadas que incentivem e apoiem as empresas inovadoras. Mas é igualmente essencial que a pesquisa científica básica seja apoiada com continuidade e com recursos adequados, e que o Sistema Nacional de CT&I, construído nas últimas décadas com muito trabalho e com recursos públicos significativos, não seja desarticulado”, disse.

Há uma grande preocupação na SBPC com “os pesquisadores, que estão tentados a deixar o país, e com a parcela grande de jovens que sequer se dirigirão para carreiras científicas e tecnológicas por ausência de estímulo e de condições adequadas de trabalho”.

O presidente da SBPC entende que é necessário que “a comunidade científica, e também os organismos de governo ligados à área de C&T, (re)apresentem os dados corretos aos dirigentes máximos da Nação, aos parlamentares e à sociedade em geral, para que não pairem dúvidas sobre como se dá a real produção de ciência no Brasil”.

Por isso mesmo a instituição está organizando, para os dias 8 e 9 de maio, atividades em Brasília em defesa de ciência, tecnologia e inovação. No dia 8, representantes da comunidade científica farão no Congresso Nacional o lançamento da “Iniciativa de C&T no Parlamento”, “mais uma oportunidade para se esclarecer e debater a situação real e os desafios da ciência no país”.

Fonte: ciencianarua.net

 

Categoria: Manchete

Universidades públicas realizam mais de 95% da Ciência no Brasil

ter, 16/04/2019 - 10:37

Quem minimamente acompanha a questão da produção científica no Brasil e do financiamento da pesquisa em ciência, tecnologia e inovação sabe que, ao lado da meta tão longamente sonhada da aplicação de 2% do PIB no setor, um bom equilíbrio entre investimentos públicos e privados nessas atividades constitui o segundo grande objeto de desejo de boa parte dos estrategistas e gestores da área – além, é claro, da parcela da comunidade científica nacional bem antenada às políticas de CT&I.

Isso se apresentou desde a redemocratização do país, na segunda metade dos anos 1980. O espelho em que todos miravam era obviamente o das nações mais desenvolvidas. O pensamento que então se espraiava, muito distante de recentíssimas tentações obscurantistas, era o de que o desenvolvimento científico e tecnológico constituía condição sine qua para um verdadeiro desenvolvimento socioeconômico e para a implantação de uma sociedade mais justa.

Na época, o Brasil andava ali pela casa de pouco mais de 0,7% do PIB em investimentos totais em ciência e tecnologia e a participação do setor privado, quer dizer, de empresas, ressalte-se, nesse bolo, mal ultrapassava a marca de 20%. De lá para cá, o país fez uma reviravolta nesses números, avançou muito, e pode-se mesmo dizer que cresceu espetacularmente, quando a métrica é o volume de artigos científicos indexados em bases de dados internacionais, um indicador mundialmente consagrado. Essa produção científica praticamente dobrou do começo para o fim da primeira década do século XXI. E continuou sua ascensão consistente (dados disponíveis até 2016).

A expansão notável, fruto de algumas políticas muito bem estruturadas que estão a merecer outros comentários no Ciência na rua, foi baseada na capacidade de produzir ciência das universidades públicas brasileiras, com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ou seja, duas grandes universidades estaduais paulistas, mais algumas grandes universidades federais, como a do Rio de Janeiro (UFRJ), a de Minas Gerais (UFMG) e a do Rio Grande do Sul (UFRGS), na liderança desse processo. Mais de 95% dessa produção científica do Brasil nas bases internacionais deve-se, assim, à capacidade de pesquisa de suas universidades públicas.

Daí o espanto que causou a seguinte afirmação do presidente da República durante entrevista à rádio Jovem Pan, na noite da segunda-feira, 8 de abril:

“(…) e nas universidades, você vai na questão da pesquisa, você não tem, poucas universidades têm pesquisa, e, dessas poucas, a grande parte tá na iniciativa privada, como a Mackenzie em São Paulo, quando trata do grafeno”.

A resposta da Academia Brasileira de Ciências

A primeira e tranquila reação do presidente da Academia Brasileira de Ciências, Luiz Davidovich, físico, professor da UFRJ, pesquisador dos mais respeitados por seus brilhantes trabalhos em emaranhamento quântico, foi observar que “é importante fornecer ao Presidente da República a informação correta sobre as universidades brasileiras, coletadas por órgãos internacionais”

Relata em seguida que, “de acordo com recente publicação feita por Clarivate Analytics a pedido da CAPES, o Brasil, no periodo de 2011-2016, publicou mais de 250.000 artigos na base de dados Web of Science em todas as áreas do conhecimento, correspondendo à 13a posição na produção científica global (mais de 190 países)”. As áreas de maior impacto, prossegue, “correspondem a agricultura, medicina e saúde, física e ciência espacial, psiquiatria, e odontologia, entre outras”.

Davidovich ressalta que “todos os estados brasileiros estão representados” nessa produção, “o que mostra uma evolução em relação a períodos anteriores e o papel preponderante desempenhado pelas universidades públicas que estão presentes em todos os estados”.

Outro ponto fundamental de sua fala: “Mais de 95% das publicações referem-se às universidades públicas, federais e estaduais. O artigo lista as 20 universidades (clique aqui para ver a tabela) que mais publicam (5 estaduais e 15 federais), das quais 5 estão na região Sul, 11 na região Sudeste, 2 na região Nordeste e 2 na Centro-Oeste”. 

Essas publicações, destaca o presidente da ABC, “estão associadas a pesquisas que beneficiam a população brasileira e contribuem para a riqueza nacional. Graças a essas pesquisas, o petróleo do pré-sal representa atualmente mais de 50% do petróleo produzido no país, a agricultura brasileira sofisticou-se e aumentou sua produtividade, epidemias, como a do vírus da zika, são enfrentadas por grupos científicos de grande qualidade, novos fármacos são produzidos, alternativas energéticas são propostas, novos materiais são desenvolvidos e empresas brasileiras obtêm protagonismo internacional em diversas áreas de alto conteúdo tecnológico, como cosméticos, compressores e equipamentos elétricos”.

A realidade que os dados mostram

Coordenador do projeto Métricas, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o professor Jacques Marcovich, ex-reitor da USP (1997-2001), enviou a pedido do Ciência na rua duas tabelas também muito reveladoras da produção científica das universidades brasileiras. A primeira, baseada no Leiden Ranking, “mostra que das 20 universidades que mais publicam no Brasil, não há nenhuma privada”, ele comentou.

A segunda, modificada do capítulo de autoria de Solange Santos na obra coletiva Repensar a Universidade (Repensar a universidade: desempenho acadêmico e comparações internacionais, organizado por Jacques Marcovitch, 256 pp, São Paulo, ComArte, 2018, disponível para download), mostra resultados de todas as universidades no Brasil em rankings internacionais e, ele observa, “aparecem apenas as PUCs em termos de privadas, e em posições relativamente baixas”.

Uma terceira tabela, mais extensa e bastante atualizada, foi obtida pelo diretor científico da Fapesp, professor Carlos Henrique de Brito Cruz, a partir da base de dados Incites. O que ele observa é que, “das 100 universidades brasileiras que mais publicaram artigos científicos no quinquênio 2014-2018, há 17 privadas. A melhor colocada é a PUC Paraná, em 37º lugar”.

 

Artigo de Mariluce Moura, professora titular da Universidade Federal da Bahia
Fonte: Andifes

 

Categoria: Manchete

Prograd reúne professores para formação sobre acesso e permanência de alunos autistas

seg, 15/04/2019 - 16:19

A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) realiza nesta quarta-feira, 17, a I Reunião Pedagógica sobre Acesso e Permanência de Alunos Autistas na Ufes. O evento é dirigido aos professores e tem o objetivo de promover uma formação continuada para o atendimento de alunos com deficiência.

A reunião contará com o apoio do Núcleo de Acessibilidade da Ufes (Naufes) e será realizada das 14 às 17 horas, na sala 32 do IC-4, no campus de Goiabeiras.

Os professores interessados em participar podem se inscrever por meio do link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_aXnGgTwrhx1dqkw-yLTowQEvm9-xWQo_YZ_KrXErjrdOg/viewform?vc=0&c=0&w=1.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail ddp.prograd [at] ufes.br ou pelo ramal 7831.

Segundo dados do Naufes, neste primeiro semestre de 2019, estão matriculados 259 estudantes com deficiência na Universidade, sendo seis com autismo. Eles recebem atendimento social do Núcleo e suporte acadêmico.

Texto: Thereza Marinho

Categoria: Manchete

Cantinas do campus de Goiabeiras têm reabertura prevista para maio

seg, 15/04/2019 - 16:16

A comunidade acadêmica do campus de Goiabeiras que está com saudade das cantinas do Centro de Artes (CAr), do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE) e do Cine Metrópolis pode esperar pela reabertura dos espaços no próximo mês de maio. As três cantinas estão passando por processo de licitação e a previsão é de que os novos contratos sejam firmados no próximo mês.

As licitações tiveram início entre os dias 20 e 27 de março e, atualmente, estão na seção de habilitação, quando os interessados apresentam suas candidaturas e a Ufes analisa a documentação das empresas. Aquelas que estiverem habilitadas a oferecer o serviço passam para a próxima etapa do processo, que é a apresentação de propostas.

O diretor da Divisão de Licitação da Gerência de Compras e Contratações da Pró-Reitoria de Administração (Proad), Matheus Silva, explica que o edital e o projeto básico da licitação estabelecem os critérios para o serviço, como horário de funcionamento e cardápio mínimo do estabelecimento. Além disso, também é uma exigência ser empresa do ramo com experiência no  fornecimento de lanches.

Segundo Silva, os contratos das cantinas geralmente são firmados por 2 a 3 anos e não há limite para participação nas licitações. O servidor ressalta ainda que a cantina do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN) também está contemplada na licitação, mas não chegou a ficar fechada neste caso porque o contrato atual ainda está vigente.

Os campi de Alegre e São Mateus, no interior do estado, contam com uma cantina cada. Segundo as subprefeituras dos campi, ambas estão com contratos vigentes.

Texto: Ana Paula Vieira
Foto: Antônio Almeida/Universo Ufes
Edição: Thereza Marinho

Categoria: Manchete

Mulher e mercado de trabalho: "É preciso garantir a igualdade real, na prática"

sex, 12/04/2019 - 17:46

“A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um documento internacional, criado após uma grande guerra, para defender os direitos de igualdade. Mas não basta que se declare a igualdade formal. É preciso garantir a igualdade real, na prática”. Foi com esta afirmação que a desembargadora e presidente do Tribunal Regional do Trabalho no Espírito Santo (TRT-ES), Ana Paula Tauceda, iniciou a palestra sobre “A Mulher e o Universo do Trabalho após 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos”, realizada nesta sexta-feira, 12, no Cine Metrópolis.

Ela destacou os dados apurados pela última pesquisa do IBGE, segundo a qual as mulheres ainda ganham, em média, 30% a menos que os homens, considerando trabalhadores que desempenham uma mesma função.

Durante a palestra, a desembargadora também criticou a atual proposta de reforma da Previdência: “As nossas mulheres trabalham muito para se aposentar com as mesmas regras dos homens. Temos tripla jornada. Essas reformas têm um déficit democrático muito grande. As pessoas precisam ser respeitadas em suas diferenças”.

Samba

O evento, aberto ao público, contou com a presença da chefe de Gabinete da Reitoria, Maria Auxiliadora Corassa; da presidente da Comissão de Elaboração de Políticas para a Prevenção de Assédio Sexual e Violência de Gênero na Ufes, professora Catarina Gazele; da presidente da Comissão de Humanização nas Relações de Trabalho e Prevenção de Assédio Moral, Edirene Coninck; e da primeira dama da escola de samba capixaba Novo Império, Larissy Santos, que, na abertura do encontro, falou sobre o Carnaval que a escola levou este ano para o Sambão do Povo, abordando questões relativas à mulher, suas lutas e suas conquistas.

“O samba foi a culminância de um trabalho de quatro anos. Quando se fala de mulher no samba, logo se lembra das passistas e da rainha de bateria, que muitas vezes são vistas como garota de programa. Para buscar mudar essa imagem, promovemos debates com a comunidade, até que culminamos com esse samba sobre a mulher”, contou. Ela também mostrou, por meio de imagens do desfile, como a escola abordou temas como violência, feminicídio, casamento e direito ao voto.

Para a presidente da Comissão de Humanização nas Relações de Trabalho e Prevenção de Assédio Moral, Edirene Coninck, as pessoas ainda subjugam as mulheres nos espaços de trabalho. “A sociedade ainda precisa muito se educar. Temos que começar a nos tratar como pessoas, independente de gênero, de posição social”, afirmou.

Sensibilização

Já a presidente da Comissão de Elaboração de Políticas para a Prevenção de Assédio Sexual e Violência de Gênero na Ufes, professora Catarina Gazele, destacou o empenho da Universidade em acolher denúncias e buscar soluções.

“Temos que ter um olhar atento e muito cuidadoso para essas relações de hierarquia no meio do trabalho e no meio acadêmico. A Ufes tem seguido um caminho de abertura para discutir essas questões de modo oficial e buscado soluções. Temos realizado campanhas de prevenção, seminários. A Universidade quer o conhecimento, mas também quer a paz social”, destacou.

A palestra foi uma iniciativa da Ufes como parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher e do Dia Nacional da Mulher, este celebrado no Brasil em 30 de abril, em homenagem ao nascimento de Jerônyma Mesquita, enfermeira brasileira que lutou para garantir direitos às mulheres e que colaborou com a criação do Conselho Nacional das Mulheres.

“Estamos no século XXI, mas ainda precisamos falar sobre isso. As pessoas precisam ainda ver, ouvir, participar e se sensibilizar com essas questões”, afirmou a chefe de Gabinete da Reitoria, Maria Auxiliadora Corassa.

 

Texto e foto: Thereza Marinho

 

Categoria: EventoManchete

Agenda TV Ufes 159

sex, 12/04/2019 - 16:59

Criarte terá coral formado por crianças com idade entre 4 e 5 anos

sex, 12/04/2019 - 12:14

Uma ação conjunta da Secretaria de Cultura da Ufes e do Centro de Educação Infantil Criarte permitiu a criação de um coral formado por estudantes dos grupos quatro (4 anos) e cinco (5 anos) da escola. A preparação das crianças, que participam voluntariamente, está a cargo de Jean Molinari, um dos regentes do Coral da Ufes.

Esta e outras matérias são destaque na edição 541 do jornal Informa que circula nos campi da Ufes. Clique aqui e acesse o jornal na íntegra.

Segundo o secretário de Cultura, Rogério Borges, a parceria visa desenvolver um projeto artístico-pedagógico de canto coletivo: “Temos como base a necessidade da criança de se expressar e de desenvolver seu lado interpretativo e a percepção da sua sensibilidade”, explica.

Os ensaios do coro ocorrem duas vezes por semana na sala Multiuso do Criarte e contam com a participação de 51 alunos. “As crianças estão muito empolgadas com a oportunidade. Nos ensaios, estão sempre eufóricas e muito animadas com o trabalho”, contou uma das pedagogas da escola, Nádia Braga.

O maestro Molinari dá mais detalhes sobre o repertório: “As músicas terão letras educativas, sobre respeito e cuidados com o instrumento, a voz e o meio ambiente”. O projeto também valorizará as culturas capixaba e nacional, e estimular a escuta de compositores eruditos, como Mozart e Beethoven.

Apresentações

O Coral Infantil do Criarte já tem várias apresentações previstas para este ano, como as presenças nas comemorações do aniversário de 65 anos da Ufes, em maio; na festa junina do Criarte, em junho; no festival Cantares, em outubro; e na festa de encerramento do ano letivo, em novembro. “Essa é mais uma oportunidade de trabalharmos diferentes linguagens com as crianças. Ter um coral infantil é uma importante contribuição do ponto de vista cultural e musical”, concluiu a pedagoga.

 

Texto: Adriana Damasceno
Edição: Thereza Marinho

 

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Programas de pós-graduação publicam novos editais de seleção. Confira as oportunidades

qui, 11/04/2019 - 18:04

Cinco programas de pós-graduação da Ufes publicaram editais de seleção para cursos de mestrado ou de doutorado. O ingresso dos aprovados será no segundo semestre de 2019.

Em Vitória, no campus de Goiabeiras, as inscrições são para os programas de Linguística e de Astrofísica, Cosmologia e Gravitação, além do Programa de Pós-Graduação em Filosofia, que publicou seu primeiro edital para o curso de doutorado. No campus de Maruípe, também na capital, a seleção será para o programa de Biotecnologia, ofertado em Rede (Renorbio). No campus de Alegre, as oportunidades são para o programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Confira abaixo:      

Linguística (doutorado)

Os egressos de cursos de mestrado em Letras, Língua Portuguesa, Linguística, Estudos Linguísticos ou cursos de mestrado em áreas afins podem se candidatar, a partir de 16 de abril, ao curso de doutorado ofertado pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGEL). As inscrições prosseguirão até 23 de abril, pelos correios (via Sedex), e até 30 de abril, presencialmente, na Secretaria Integrada de Programas de Pós-Graduação (SIP), no Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN), campus de Goiabeiras, em Vitória.

Ao todo, serão ofertadas 17 vagas, distribuídas nas linhas de pesquisa Estudos Analíticos-Descritivos da Linguagem, Estudos sobre Texto e Discurso e  Estudos em Linguística Aplicada.

Dentre os pré-requisitos, está a comprovação de proficiência em duas línguas estrangeiras (espanhol, francês ou inglês). Serão aceitos certificados emitidos pelo Núcleo de Línguas da Ufes e pelas instituições definidas no edital. O comprovante poderá ser protocolado na SIP, até às 18 horas do dia 22 de maio.

Será cobrada taxa de inscrição de R$ 150. Poderá ser solicitada isenção do pagamento, parcial ou total, no período de 16 a 23 de abril, desde que o candidato comprove a necessidade por meio da apresentação dos documentos definidos no edital.

 

Astrofísica, Cosmologia e Gravitação (doutorado)

O Programa de Pós-Graduação em Astrofísica, Cosmologia e Gravitação (PPGCosmo) abriu uma vaga o curso de doutorado. Os interessados podem se inscrever até 10 de maio, em formulário eletrônico disponível nos sites do programa: https://ppgcosmo.cosmo-ufes.org/ e http://www.cosmologia.ufes.br/ .

 

Renorbio (doutorado)

O programa de Pós-Graduação em Biotecnologia ofertado pela Rede Nordeste de Biotecnologia (Renorbio) está com inscrições abertas para o curso de doutorado. Para a Ufes serão oferecidas quatro vagas, distribuídas entre os orientadores da área de concentração Saúde.

Os interessados podem se inscrever até 24 de maio, na página do Programa (clique aqui). Será cobrada taxa de R$ 50.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail renorbioes [at] gmail.com e pelos sites http://www.renorbio.org/ e www.biotecnologia.ufes.br. Os interessados também podem se dirigir ao Núcleo de Biotecnologia, localizado no campus de Maruípe, em Vitória, das 8 às 12 horas.

 

Ciência e Tecnologia de Alimentos (mestrado)

O Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PCTA) abrirá inscrições, de 22 de abril a 31 de maio, para cinco vagas em seu curso de mestrado. Os interessados poderão se inscrever na Secretaria do PCTA, localizada no campus de Alegre. O atendimento será feito das 8h30 às 11h30 e das 14 às16h30.

Também serão aceitas inscrições pelos Correios (Sedex). Todos os documentos deverão chegar à secretaria do programa até o último dia de inscrição. Os candidatos podem entrar em contato para confirmar o recebimento da documentação pelo e-mail: pctaufes [at] yahoo.com.br .

O público-alvo do processo seletivo são os egressos e estudantes concluintes de curso superior de graduação, bacharelado ou licenciatura plena, nas áreas de Ciências Agrárias, Ciências Exatas, Ciências Biológicas, Ciências da Saúde e áreas afins, de acordo com os critérios explicitados no edital.

O candidato deverá, no Requerimento de Inscrição, optar pelo local de realização da prova escrita: Alegre ou Vitória, no Espírito Santo; e Lavras, Sete Lagoas ou Viçosa, em Minas Gerais.

O curso será ofertado em horário integral, sendo de dedicação exclusiva para estudantes bolsistas de qualquer agência de fomento.

 

Filosofia

Estão abertas, até 31 de maio, as inscrições para o curso de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Para essa primeira seleção serão ofertadas oito vagas. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail doutoradoppgfilufes2019 [at] gmail.com.

O curso de doutorado em Filosofia funcionará prioritariamente no turno diurno. O doutorando deverá dispor de 20 horas semanais, no mínimo, para dedicação às atividades do curso.

Mais informações nos editais anexados abaixo e nas páginas dos programas de pós-graduação ofertantes.

 

Texto: Nábila Corrêa
Edição: Thereza Marinho

 

Categoria: DestaqueEditalAnexo:  edital_doutorado_em_linguistica.pdf edital_doutorado_em_astrofisica_cosmologia_e_gravitacao.pdf edital_doutorado_em_biotecnologia_renorbio.pdf edital_mestrado_em_ciencia_e_tecnologia_de_alimentos.pdf edital_doutorado_em_filosofia.pdf edital_doutorado_em_filosofia_retificacao.pdf

Cine Metrópolis: Três estreias marcam a semana de 11 a 17 de abril

qui, 11/04/2019 - 17:49

Os filmes Chuva é cantoria na aldeia dos mortos, Mal nosso e Los silencios (foto) são as estreias da semana do Cine Metrópolis, no campus de Goiabeiras da Ufes. Entre os dias 11 e 17 de abril, o cinema ainda vai continuar a exibir o longa Sobre Rodas e o documentário Pastor Cláudio.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema por R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Estudantes da Ufes têm entrada gratuita.

Confira a programação completa.

 

Chuva é cantoria na aldeia dos mortos (livre)

Esta coprodução luso-brasileira é um ensaio sobre a virtude, as tradições e os rituais dos povos indígenas brasileiros da etnia Krahô. A cineasta brasileira Renée Nader Messora e o diretor português João Salaviza gravaram o filme durante nove meses, depois de terem passado uma longa temporada na aldeia Pedra Branca, terra indígena Krahô no Tocantins, onde vivem 3.500 pessoas.

Na obra, os índios interpretam eles mesmos, falando em seu próprio idioma. Rodado em película 16 milímetros, o longa acompanha Ihjãc, um jovem Krahô que, após um encontro com o espírito do seu pai, se vê obrigado a realizar sua festa de fim de luto.

Ihjãc rejeita este dever e, numa tentativa de escapar de se transformar em xamã, foge para a cidade. Longe do seu povo e de sua cultura, ele vai enfrentar a realidade de ser índio no Brasil atual.

O filme foi premiado no Festival de Cannes, com o Prêmio Especial do Júri da Mostra Un Certain Regard.

Sessão: quinta-feira, 17, às 20h.

 

Mal Nosso (16 anos)

Esta trama de terror e fantasia tem início quando Arthur contrata Charles, um serial killer que deve executar um “serviço” do qual o público só toma conhecimento na metade do longa, depois que o “serviço” é feito.

Arthur é o devotado pai de uma jovem de 19 anos que está prestes a entrar na faculdade e esconde um segredo desde sua juventude sobre algo que pode prejudicar o futuro da moça.

Mal Nosso, do diretor Samuel Galli, passou por 20 festivais internacionais, incluindo grandes vitrines estrangeiras para o cinema de terror e fantasia.

Sessões: quinta-feira, 11, às 18h30; sexta-feira, 12, às 18h30; sábado, 13, às 17h30; segunda-feira, 15, às 18h30; terça-feira, 16, às 16h.

 

Los Silencios (12 anos)

Drama nacional dirigido por Beatriz Seigner, o filme foi gravado na fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia, e no rio Amazonas. Trata da história de Amparo, que, fugindo de um conflito armado com seus dois filhos Nuria e Fábio, chega a uma pequena ilha no meio da Amazônia.

O pai e uma filha do casal desapareceram em um acidente e não se sabe se estão mortos, se fugiram ou se foram raptados. Tempos depois, o pai reaparece na nova casa e a família passa a ser assombrada por esse estranho segredo.

Los Silêncios mistura misticismo, espiritualidade e crítica político-social aos acontecimentos recentes na América Latina.

Sessões: quinta-feira, 11, às 20h10; sexta-feira, 12, às 20h10; domingo, 14, às 17h30; segunda-feira, 15, às 20h10.

 

Sobre Rodas (livre)

Essa obra nacional do diretor Mauro D’Addio aborda a realidade enfrentada por Lucas, um garoto de 13 anos que, após um acidente, fica paraplégico e começa a se adaptar a essa nova vida com o uso da cadeira de rodas. Após um ano afastado por licença médica, Lucas chega a uma nova escola e conhece Laís, uma colega de classe que também enfrenta um drama: não conhece o pai, cuja única lembrança é uma antiga foto rasgada.

Quando Laís decide encontrar o paradeiro do pai, ela chama o amigo para acompanhá-la e Lucas, que acabara de ganhar um aparelho elétrico (que permite que a cadeira de rodas vire um triciclo motorizado), aceita. Os dois amigos partem, então, em uma grande aventura que envolve sustos, descobertas e companheirismo.

Sobre Rodas foi o vencedor na categoria infantil no Festival de Toronto em 2017, tendo sido também premiado no Festival Internacional de Filme Infantil, em Chicago, e na Mostra Geração, no Festival do Rio.

Sessões: sexta-feira, 12, às 16h30; domingo, 17, às 16h.

 

Pastor Cláudio (10 anos)

Documentário brasileiro escrito e dirigido por Beth Formaggini, o filme mostra o encontro histórico entre o bispo evangélico Cláudio Guerra (ex-delegado responsável por assassinar e incinerar opositores à Ditadura Militar no Brasil – 1964 a 1985) e Eduardo Passos, psicólogo e ativista dos Direitos Humanos, que trabalha no atendimento às vítimas da violência do Estado.

No documentário, o Pastor Cláudio revela, dentre outros crimes, como fazia para desaparecer com corpos. Para tanto, o pastor, que hoje é membro ativo da comunidade evangélica, é respaldado pela Lei da Anistia. Com a abertura política, Cláudio atuou na segurança pública.

O longa participou de vários festivais e ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival de Vitória 2018.

Sessões: quinta-feira,11, às 17h; sábado, 13, às 16h; terça-feira, 16, às 20h30.

 

Texto: Adriana Damasceno
Edição: Thereza Marinho

Categoria: Destaque

A Mulher e o Universo do Trabalho é tema de palestra nesta sexta, 12, no Cine Metrópolis

qui, 11/04/2019 - 15:55

“A Mulher e o Universo do Trabalho após 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos” é o tema da palestra a ser ministrada pela presidente do Tribunal Regional do Trabalho no Espírito Santo (TRT-ES), Ana Paula Tauceda, nesta sexta-feira, 12, a partir das 10 horas, no Cine Metrópolis.

O evento é aberto ao público e contará com as presenças da vice-reitora Ethel Maciel; da presidente da Comissão de Elaboração de Políticas para a Prevenção de Assédio Sexual e Violência de Gênero na Ufes, professora Catarina Gazele, e da presidente da Comissão de Humanização nas Relações de Trabalho e Prevenção de Assédio Moral, Edirene Coninck, que atuarão como debatedoras; e da primeira dama da escola de samba capixaba Novo Império, Larissy Santos. No Carnaval deste ano, a escola levou para o Sambão do Povo a questão da mulher, suas lutas e suas conquistas.

“Precisamos envolver as pessoas, todos os cidadãos, para refletir sobre como a Declaração Universal dos Direitos Humanos empodera todos nós e como cada um pode defender os direitos todos os dias. Nesse contexto, o trabalho feminino ainda é visto por boa parte da sociedade como um complemento do trabalho masculino e, portanto, ainda teria um valor menor, o que provoca essa disparidade de remuneração entre homens e mulheres”, lembra Edirene Coninck.  

Para Catarina Gazeli, “Esta é uma excelente iniciativa, de suma importância, pois é por meio de debates como este que nós fortalecemos nosso conhecimento e a Universidade como um todo”.

Dia Nacional da Mulher

A palestra é uma iniciativa da Ufes como parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher e do Dia Nacional da Mulher, este celebrado no Brasil em 30 de abril. A data, instituída no país em 1980, mas ainda pouco conhecida, foi escolhida em homenagem ao nascimento de Jerônyma Mesquita, enfermeira brasileira que liderou o movimento feminista no Brasil e que colaborou com a criação do Conselho Nacional das Mulheres.

“Essa mulher também foi fundadora da Cruz Vermelha e da Pró-Matre no Brasil. Ao lado de outras mulheres, como Bertha Lutz, lutou pelo direito ao voto feminino e acreditava na importância de a mulher assumir um papel mais atuante na sociedade”, afirma Ethel Maciel.

Texto: Thereza Marinho

 

Categoria: EventoManchete

Pesquisa em Ação aborda a procedência da água que abastece o ES e tecnologias de tratamento

qui, 11/04/2019 - 15:45

Nesta edição do programa Pesquisa em Ação, a equipe da TV Ufes entrevista a professora do Departamento de Engenharia Ambiental da Ufes Edumar Coelho.

Ela, que também é membro de uma rede nacional de pesquisadores, fala sobre a procedência da água que abastece os capixabas e explica os processos físicos e químicos que a água recebe até estar apta para o consumo humano.

Clique aqui para assistir à entrevista.

 

 

Categoria: Manchete

Professor Cláudio Zanotelli lança livro em espaço cultural no Centro de Vitória, nesta quinta, 11

qua, 10/04/2019 - 17:48

O professor do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Geografia Cláudio Luiz Zanotelli apresenta novamente ao público nesta quinta-feira, 11, às 18 horas, o livro As estruturas abertas e mutantes do pensamento e do mundo – derivas entre a Geografia e Antropologia. Desta vez, o lançamento será realizado no espaço cultural Trapiche Gamão, localizado na Rua Gama Rosa, Centro de Vitória.

O livro, fruto de uma pesquisa realizada pelo professor no segundo semestre de 2015, teve seu primeiro lançamento realizado no dia 29 de março, no Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN), campus de Goiabeiras. Segundo o autor, a proposta central “é investigar as relações entre o que se chamou de estrutura e que derivou em estruturalismo nas relações da Geografia e da Antropologia”.

No prefácio do livro, o professor da Universidade Federal Fluminense Rogério Haesbaert afirma que a obra constitui “uma espécie de condensação de ideias inovadoras que, sem ignorar a força da tradição, colocam-nos ao mesmo tempo frente a um balanço necessário e a um rol de possibilidades a serem desdobradas”.

Zanotelli também é coordenador do Laboratório de Estudos Urbano-Regionais, das Paisagens e dos Territórios da Ufes (Laburp) e editor da revista Geografares.

 

Texto: Thereza Marinho

 

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